Escrito por Ronaldo Nezo às 10h26
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A dengue
Boa tarde...
O post não é para falar de coisas boas. Apenas para refletir sobre um quadro que preocupa: o crescimento das mortes de pessoas com dengue.
Cá com meus botões, penso que estamos vivendo um momento complicado. Não apenas pelo aumento sem fim de casos da doença; não apenas em função das mortes. Acredito que o quadro é complexo, porque experimentamos uma realidade maquiada, onde os fatos concretos estão ocultos e o que nós sabemos, inclusive a imprensa, é apenas um recorte do real.
Este não é problema que ocorre em Maringá – trata-se de um quadro instalado em toda máquina da saúde pública, visando sabe lá o quê (a gente pode até suspeitar...).
Os casos de dengue no Paraná não são os publicados. Também é possível questionar o número de mortes provocadas pela doença. Há, inclusive, uma tentativa de dizer que quem morre com dengue já possuía algum outro problema... É incrível como estão descobrindo que pessoas jovens, como esse garoto de 13 anos de Cianorte, tinham (?) problemas de saúde que até então ninguém suspeitava.
Existe algo ainda pior: a rede de saúde não está sabendo lidar com o problema. Médicos da rede particular estão desorientados e muitos deles não conseguem identificar que o paciente está com dengue. É assustador.
Alguns podem até questionar essa minha última afirmação, mas posso chegar a ela por uma razão simples: quando procuro médicos para conceder entrevista sobre dengue, não consigo localizar ninguém habilitado no tema. Também não acho quem possa me dizer: “olha, fulano sabe te falar sobre dengue”.
O contexto dessa epidemia sugere muitas outras coisas. Entretanto, posso concluir que vivemos sob uma falsa realidade. Parece-me que a verdade sobre a dengue está longe de nossos ouvidos e olhos, mas muito perto de nós – já que conhecemos pessoas que estão sofrendo com a doença.
Escrito por Ronaldo Nezo às 15h18
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Boa semana!!!
Sou velho "amigo" da revista Veja. Foi tema de vários estudos que realizei e, provavelmente, de outros que farei. Nesta semana, a revista não trouxe nenhuma capa sobre política ou economia. Desta vez, o assunto principal é "Darwin - como ele mudou o mundo".
Embora respeite quem é ateu ou admirador da teoria evolucionista de Darwin, não consigo conceber que alguém consiga acreditar nas idéias do teórico. É preciso ter muita fé para acreditar no evolucionismo de Darwin e ter ainda mais fé para aceitar o que dizem os cientistas que usam seus conceitos ou baseiam seus estudos na teoria.
Sou cristão. Entretanto, baseio minha crença em princípios que não estão apenas na Bíblia. As evidências - os rastros deixados pelo próprio início do universo - sustentam os ensinos sagrados. Há muito mais lógica nos ensinos criacionistas. O problema é que geralmente as bases que colocam por terra as evidências do criacionismo não são propagadas e, infelizmente, muitos cristãos sequer possuem argumentos para mostrar que há mais lógica em apontar para Deus o princípio do universo.
É verdade que há respostas que o criacionismo não pode dar, mas o evolucionismo também não consegue justificar boa parte de seus princípios teóricos. Pior: carece de muito mais fé para se sustentar do que a crença num universo criado.
Escrito por Ronaldo Nezo às 09h44
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