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Tem coisas que não entendo...
Sou professor de Fundamentos da Leitura, no curso de Jornalismo. Entre outras coisas, discuto com meus alunos sobre como os sentidos são produzidos a partir de um discurso. Mesmo conhecendo todas as nuances e possibilidades de interpretação de um discurso, às vezes não entendo como as pessoas podem entender algo que você diz de forma tão diferente daquela que foi proposta ao construir o seu enunciado.
Na discussão que propus a fazer sobre o fato de agentes de trânsito de Maringá multarem motocicletas estacionadas na calçada da faculdade, teve gente que soltou o verbo e me criticou, reclamou, falou coisas que não devia etc tudo porque parece não ter entendido o que eu estava dizendo.
Escrevi vários posts sobre o assunto, expliquei que se tratava de uma ilegalidade (mas que há assuntos que carecem de maior atenção), disse que a maneira como as motos estão estacionadas não atrapalham os pedestres, enfim, relacionei uma série de argumetos e tem gente que é capaz de não entender, por exemplo, que o corredor disponível no passei público é largo o suficiente para qualquer pessoa passar - inclusive mais de uma (duas, três, quatro ou cinco juntas).
Bem, no final das contas, essas situações são ótimas como laboratório para eu exemplificar em minhas aulas.
Escrito por Ronaldo Nezo às 14h53
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Rinite X Sofrimento
Hoje estou sofrendo com minha rinite. É horrível estar com o “nariz trancado”. Pior ainda é quando é fundamental ter uma boa respiração para falar – afinal, faço uso da voz, profissionalmente. Não é apenas para bater-papo.
O esforço para respirar traz um cansaço adicional. Falar no rádio – ou dar aulas -, mantendo um ritmo que não comprometa o resultado do trabalho, torna-se uma atividade muito mais desgastante.
Com isso, se não fizesse meu trabalho com muito prazer, acho que não chegaria ao final do dia.
Escrito por Ronaldo Nezo às 09h52
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Satisfeito
Há algum tempo, estava incomodado com o perfil deste blog. Queria fazer algo mais pessoal e reservar as notas políticas, econômicas, esportivas etc para um outro espaço - de preferência, feito com o auxílio de outras pessoas. Quando me propus a ter um blog, não tinha a intenção de ser o mais visitado de Maringá, mas de dar meus palpites sobre fatos que considero importantes - dentro do recorte que faço do mundo.
Com o tempo, a coisa se perdeu e, na tentativa de conquistar novos leitores, deixei de comentar um ou outro fato para tentar publicar a maior quantidade de informações possível. Isso me causou cansaço, estresse e quase nenhum prazer em blogar.
A migração para o Repiquete está me devolvendo a alegria de escrever num blog. Não tenho publicado muita coisa, mas geralmente o que tenho feito é fruto de alguma reflexão mais elaborada ou apenas uma pequena nota sobre algo que considero relevante.
Quanto a este espaço, também tenho me sentido mais à vontade para escrever uma coisa ou outra; entretanto, com foco mais em coisas pessoais - sobre a vida, amigos, trabalho etc.
Espero que o caro leitor compreenda esse novo momento e goste do que estamos produzindo.
Escrito por Ronaldo Nezo às 10h14
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No Repiquete...
Postei um texto sobre o que considero um abuso dos agentes de trânsito no blog Repiquete. Penso que vale a leitura, a reflexão e o seu comentário.
A gente se fala...
Escrito por Ronaldo Nezo às 12h02
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Mais uma semana...
Passei o fim de semana em Umuarama. Tenho um carinho especial por aquela cidade. Passei lá quase toda minha infância e adolescência. Foi em Umuarama que conheci minha esposa, nasceu meu primeiro filho... E é lá que estão meus pais, irmãos e sogros.
Estar em Umuarama é estar em casa. Entretanto, já não consigo ficar longe de Maringá. Mesmo sem ter nenhum familiar por aqui e com poucos amigos, nossa bela cidade tem trazido satisfação pessoal para mim e pro pessoal de casa.
Contudo, a maior dificuldade de estar fora de Maringá é saber que aqui ficam quase todas as minhas obrigações e deveres. Sempre que viajo, um monte de afazeres ficam para trás. Isso faz com que as preocupações sejam levadas estrada afora e a viagem se torna menos prazerosa.
Essa foi a principal característica desse último fim de semana... Voltei com a impressão que preciso administrar melhor meu tempo; afinal, a família não merece nos ter apenas parcialmente. Não adianta viver as relações apenas presencialmente; a mente precisa estar focada também em tudo que fazemos.
Escrito por Ronaldo Nezo às 08h40
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